quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

"Muitas Vidas, muitos Mestres"



Acredito que não somos somente humanos, nem mesmo seres humanos que eventualmente desfrutam de experiências espirituais, mas seres espirituais que tem experiências humanas.

Possuímos diversas dimensões que podemos vivenciar e das quais podemos usufruir.
Temos em nosso espírito, possibilidades acima do tempo e das limitações físicas e há muitas formas de entrarmos em contato com o Eu Superior que abrigamos.

Trata-se de caminho no qual quanto mais avançamos mais nos tornamos capazes de alcançar graus cada vez mais alto da espiritualidade.
Quanto mais profundamente nossa prática de meditação nos leva, mais nos distanciamos do plano físico das aparências e tentações, da importância que damos às frustações, aos rancores e ressentimentos e mais nos envolvemos com este Eu Superior, com esta infinita capacidade em Amar.

Por consequência em aceitarmos esta nova visão de vida e do mundo e compreendermos que esse amor está dentro de nós ao possuir esse dom tão precioso e repleto de beleza, nos sentimos seres dignos de ser amados e alcançar a felicidade.
Somos sim, seres luminosos e iluminados, destinados à eternidade.
A espiritualidade que cura e trás esse equilíbrio, é essa capacidade de amar e sermos amados.

É o que nos devolve ao mundo, munidos de habilidades impressionantes, menos sujeitos a inibições e constrangimentos, o subconsciente é uma matriz de criatividade e de respostas intuitivas.
Criatividade e intuição, duas fontes de realização, mas que, habitualmente, subestimamos ou mesmo reprimimos.

A verdadeira cura e o nosso verdadeiro equilíbrio, dependem de nos reencontramos com nossa essência espiritual.